sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

E venha ele... o 2011!

Não vou fazer nenhum balanço deste ano que hoje acaba e, muito menos, previsões para o próximo. Estou aqui apenas para vos desejar que o passem na companhia de quem mais querem e, nunca, mas mesmo nunca, tenham medo de lutar pela vossa felicidade. 






















E, logo à noite, portem-se mal!

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

H de Hoje apetece-me


Dizer coisas feias e mandar tudo para o caralho!
E não, não vou pedir desculpa pela linguagem.

sábado, 25 de dezembro de 2010

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

#5 PERSON YOU MISS THE MOST

Faz hoje três anos que partiste.

Sabes, esse teu mundo deve ser melhor que o nosso. Diz-me... tens-te dado bem aí em cima? É cruel o mundo visto daí? E as pessoas... diz-me, que te parecem vistas daí? Sinto a tua falta aqui! Talvez não esperasses isto de mim mas, às vezes o que menos esperamos acontece. Tenho saudades de ir visitar a avó, como eu costumava dizer, e ver-te sentado no mesmo sítio de sempre. Apesar de todos os teus defeitos, e eram muitos, sempre sorriste quando me vias. E eu odiava, com todas as minhas forças, quando dizias olha a minha morena. Agora sinto falta disso, sabias? Desculpa se não tive coragem de te acompanhar até ao fim. No dia anterior estava certa que iria mas, de manhã ao despertar... perdi a coragem. Soube que o meu pai chorou muito e eu não aguentava vê-lo chorar nem mais um bocadinho. Ele ainda chora, sabes? E eu também... O Natal é mais triste agora. Lembraste da confusão que era porque nunca querias ir para lado algum? Eras mau, e tu sabes disso. Mas, ainda assim, eu sinto a tua falta. A pessoas diziam foi melhor assim e a avó respondia o que ficava preso na minha garganta nunca é melhor morrer. Eu tenho medo da morte, sabes? É uma coisa que me atormenta... partir sem saber para onde. Sem saber o que acontece depois. Em que te transformaste tu? Foste para o Céu? Conheces agora o calor do Inferno? Ou estarás apenas reduzido a cinzas e a um monte de ossos dentro do caixão que eu não tive coragem de ver ser enterrado? Eu queria ter ido, sabes? Eu queria muito ter ido. Mas eu estive lá no dia anterior, e no outro. Estive junto de ti enquanto me foi possível. Há muitas pessoas falsas, sabes? E eu bem vi muitas delas naquele canto de igreja onde te depositaram para visitação. Eu bem vi como conversavam cá fora, desprezando o corpo que lá dentro repousava. Eu bem percebi como muita gente dá mais importância a coisas fúteis. A tua morte fez-me entender muita coisa. E há coisas que eu preferia não entender. Às vezes somos felizes na ignorância!

E eu sinto a tua falta.

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

G de Gossip Girl & G de Gomas

Não consegui escolher, eu juro que tentei... mas não consegui! Além disso, nada como ver episódios seguidos da série com um saquinho de gomas a acompanhar. Que perdição!



Gossip Girl

By the way, tenho de ir a Barcelona.
  
Gomas

domingo, 5 de dezembro de 2010

O passado é um lugar estranho


Gossip Girl - Chuck Bass & Blair Waldorf
Porque eu não me sinto eu... sem ti.
E eu não te vejo lá.

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Não são só as crianças que têm direito a divertir-se

Sim, joguei em pleno Colombo... e depois?
Eu sei que tenho quase 20 anos. Hunfz.

Band Hero

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

F de Feira Popular

Saudades...
Fotografia tirada daqui.

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

E de Euromilhões

Mas há alguém que não gostasse de ganhar o Euromilhões?

domingo, 28 de novembro de 2010

#4 SOMEONE THAT CHANGED YOUR LIFE

Já nem sequer de ti sei, muito menos te conheço. Há muito que não te falo, não te escrevo... não te vejo. Esta última... enfim. Se vais perceber quem és, não sei. Se vais aceitar o que lês, se é que vás ler, coisa que eu duvido... também não sei. Quero que saibas que mudaste a minha vida. E dizer que a mudaste é pouco, porque foi por ti, por tudo que se passou que tudo mudou completamente. Fizeste de mim uma outra pessoa, mas... sabes que mais? OBRIGADO! Digo, repito e volto a repetir. E sabes quantas pessoas vão reconhecer que esta carta é para ti? Uma... e talvez poucas mais. E sabes porquê? Porque não foi só a minha vida que mudaste. Não fui a única que cresceu com tudo o que se passou. Mas hoje digo-te deste-me maturidade suficiente para aprender que coisas assim não se repetem. Aprendi contigo, aprendi com os meus erros. E há erros que não se repetem. Se te guardo? No baú das memórias... bem lá no fundo já.

Entende como quiseres... pouco (para não dizer nadame importa.

P.S.: Ninguém, nem mesmo eu, esperava que esta carta fosse dirigida a ti. By the way, hoje apeteceu-me.

PP #1

A guy and a girl were blaming each other for the unwanted pregnancy of the girl.
- You must take care of the baby, it will be come out from you. So, it’s yours.
- So... when you put a bill into a vending machine and a coke comes out, does the coke: Belong to you? Or to the machine?”

D de Dormir

sábado, 27 de novembro de 2010

Estou a dar em doida...

Mas quem é que consegue ler mais de 100 páginas em inglês e fazer um resumo de, apenas e só, três páginas? Quem? QUEM?




Quem achar que consegue está convidado a aparecer em minha casa. 
P.S.: Ofereço café.

C de Cinema

Avatar
The Pacifier
The Lovely Bones
Letters to Juliet
Salt
Remember Me
Closer
José e Pilar
P.S. I Love You
Time Traveler's Wife
The Notebook
Charlie St. Cloud
The Last Song
The Hangover
The Devil Wears Prada
Pursuit of Happiness
Ice Age
Slumdog Millionaire
Twilight Saga
The Illusionist
Pearl Harbor
Blindness
The Social Network
Fast and Furious
Dear John
Alice in Wonderland
Titanic

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Sabem qual é a sensação...

DE SE TER UM DEZASSETE COM APENAS DUAS AULAS DA CADEIRA?


É muito, mas mesmo muito, boa!

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Faculdade, a quanto obrigas.

Best friends, but not forever.

Há momentos em que nos sentimos sozinhos, e outros em que, simplesmente, preferíamos estar. Era exactamente essa a minha vontade naquele dia, isolar-me de tudo e de todos. A conversa era séria e as emoções estavam à flor da pele. À medida que a conversa se desenrolava ia-me sentindo cada vez mais tensa. As lágrimas que lhe escorriam pela face gelavam-me por dentro. Por mais discussões que pudéssemos vir a ter, aquela era a primeira. Ela era a minha melhor amiga e aquele viria a ser um dos piores dias da minha vida. Nunca eu me senti tão magoada, tão derrotada, tão… fraca. Mal sabia que, naquele momento, era o fim de uma grande amizade. E tudo por causa dele. 

- Porquê? Porque o escolheste a ele? Logo ele… - balbuciava, entre soluços - tu melhor que ninguém sabes o que sinto. 

Não respondi… não fui capaz de responder. Na verdade, ela tinha razão. Mas será que podemos conciliar o coração com a razão? Será que havia escolha? Sentia-me tão mal por ele me fazer sentir tão bem. E, hoje que olho para trás, será que ele valeu a zanga? Não, não valeu. Dele já nada sei e, dela tenho saudades.



E sim, isto é um trabalho para a faculdade. Era suposto descrever um episódio em que a comunicação tenha afectado, positiva ou negativamente, a nossa vida em termos emocionais. Optei pela ficção.

terça-feira, 12 de outubro de 2010

#3 LETTER - Stranger

Há quanto tempo me pintas nesse quadro inacabado? Quantas horas passam sem que penses em mim? Quantas noites dormes sem que me sonhes? Quantas? Como? Onde? Com quem? Porquê? Tantas são as perguntas que tenho para te fazer. De ti, nada sei. Em ti, nada vejo, nada compreendo. Em ti, indivíduo estranho com quem nunca troquei olhares nem opiniões, não encontro qualquer afinidade. Tu, que anseias sentir o meu cheiro, descobrir a minha essência e penetrar o meu coração. Esquece... esquece-me de uma vez por todas. Não insistas em travar conhecimento. Não te pertenço, nem tu a mim. Deixa de percorrer as ruas por onde passo, viajar nos transportes que abandonei... não te sentes no banco de jardim que ainda à pouco larguei. E quando a noite cai, fecho-me no quarto de janelas fechadas e estores corridos... como descobriste a minha casa? Que sabes tu de mim, afinal? Desde quando me segues? Há quanto tempo me espias? Como sabes todos os sítios por onde passo? Inspiras o meu perfume a cada avanço meu... e eu? Eu nem te vejo.




P.S.: Há muito que encontrei quem procurava.
Adeus, S.

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Ser caloiro é bom...





ser caloiro é muito bom.
Para o ano quero ser caloiro outra vez!

Ciências da Comunicação, Caloira 2010/2011.

domingo, 12 de setembro de 2010

#2 LETTER - CRUSH

Podia estar contigo neste momento, ter-te nos braços. Mas estou aqui, tão perto e tão longe de ti. Há apenas algumas horas que não te vejo e, cada minuto longe de ti, é uma hora de saudades. Consegues imaginar as que trago em mim neste momento? Multiplicar cada minuto por sessenta, sessenta vezes as horas que já passaram desde que te larguei. Liga-me... preciso de ouvir a tua voz mais uma vez. Estar em contacto contigo e poder dizer-te o quanto gosto de ti. Enquanto isso não acontece escrevo-te esta carta. Penso em cada palavra com o carinho merecido, calculo cada frase. Nem imaginas o quanto é complicado escrever-te, traduzir em palavras tudo aquilo que és e, mais complicado ainda, o que sou quando estou contigo. Bom, já que vou deixar a carta no correio, aproveito e subo para te dar um beijo.


O telemóvel começa a tocar e o teu nome surge no visor.




Com amor, S.

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

O Diário da Nossa Paixão II

A razão por que dói tanto separarmo-nos é porque as nossas almas estão ligadas. Talvez sempre tenham estado e sempre o fiquem.

Comecei a sentir a tua falta no segundo seguinte à tua partida. Doce despedida, a nossa. Amarga a distância que nos separa, que me faz ter saudades tuas a cada instante. E se num momento me fazes falta, no seguinte já só quero estar nos teus braços. Agarrar-te com todas as minhas forças e manter-te juntinho a mim, num abraço apertado. Olhar-te enquanto me afastas o cabelo e me beijas suavemente a testa num doce murmúrio que me diz o quanto gostas de mim... o quanto sentes a minha falta quando estás longe. Mas não estás aqui e, tudo isto, todas estas vontades são apenas isso... vontades. Até que chegues e possamos torná-las realidade, eternizar o momento e matar todas as saudades que me consomem lentamente enquanto não estás. Tens saudades minhas, não tens? As minhas não cabem em mim.

E sei que gastei todas as vidas antes desta à tua procura. Não de alguém como tu, mas de ti, porque a tua alma e a minha têm que andar sempre juntas.

E, por isso mesmo, não me faças procurar-te de novo. Não nesta vida. Deixa-te ficar ao meu lado dia após dia, mês após mês, ano após ano... deixa-te ficar comigo aconteça o que acontecer. Não porque eu quero, mas porque sentes que deves ficar. Não fiques comigo para sempre, mas enquanto quiseres.

domingo, 15 de agosto de 2010

O Diário da Nossa Paixão I

Eu não planeei apaixonar-me por ti, e duvido de que tenhas planeado apaixonares-te por mim. Mas uma vez que nos encontrámos, ficou claro que nenhum de nós podia controlar o que nos estava a acontecer.

Gosto muito de ti, sabias? Muitos optam por escrevê-lo no final, usá-lo como desfecho. Mas, para mim... para nós, é apenas o começo. Podemos ter demorado a chegar até aqui e a perceber os sinais que nos eram enviados através dos olhares, a entender a cumplicidade dos sorrisos e a harmonia dos pensamentos. No entanto, a magia estava lá. O tempo na espera torna-se dócil e sereno. E, para nós, o tempo nunca foi uma barreira.

Ele beijou-a pela primeira vez e ficou a pensar porque é que havia esperado tanto tempo para o fazer.

A doçura do primeiro beijo aliada ao desejo há muito existente, que doce sensação. Deixar-me ficar no teu abraço enquanto me tocas os lábios com os teus, doce e levemente. Uma e outra vez, até que me perco nos teus beijos. Podíamos ficar sempre assim, esquecer o tempo e o espaço, tudo o que nos rodeia. E ficar assim. Sempre.

sábado, 31 de julho de 2010

Tu não, mas eu sinto muito.

Já tiveste a oportunidade de experimentar? Senta-te comigo e experimenta. Sente como o coração se contorce de dor, se esmaga e adormece. Sente toda a revolta que me consome, as pernas a cederem de fraqueza. O sal que escorre lentamente pela minha face e toca os meus lábios. Prova, estou à espera que proves o mesmo sentimento que eu. A respiração ofegante, o pedido de ajuda preso na garganta e os olhos inchados. Horas passadas e cá me encontro, no sítio onde me perdi em pensamentos. Onde tu não me procuraste e me deixaste a morrer por dentro. Se queres mesmo saber, não entres. Não te quero aqui, este é o meu mundo e tu, que fizeste com que me caísse em cima, ficas à porta. Não te quero cá, percebeste? Mandava-te sair, gritava até à exaustão... mas nem sequer tentaste, nem à porta bateste. Não ouvi passos do lado de fora. Quando trespassei a porta não senti réstia de culpa vinda do outro lado. Eu só queria que sentisses o que eu sinto, que ouvisses as vozes que ecoam na minha cabeça. Que sentisses o mundo cair-te em cima e tudo o que construíste para aqui chegar cair aos teus pés. Eu só queria que sentisses este desmoronar de sentimentos, esta angústia que me consome a passos largos e a dor que me devora. Bato com a porta e abandono tudo que fomos, tudo que contigo partilhei. Diz-me, era mesmo isto que querias? Sentiste cada palavra que disseste? Sentiste-as trespassar-te? Não, não sentiste. Mas eu senti, como que balas a atravessarem-me o corpo matando-me lentamente. Senti tudo, tão intensamente quanto possas imaginar. Mais que isso. Vá, sente tudo o que eu sinto. Tudo, sem excepção. SENTE! 

Sentiste? 
E agora... dói, não dói? 

A mim (muito) mais que a ti.